Book of the day: Quarter Notes and Bank Notes (review - EN/PT)

This book is an incursion into an interdisciplinary arena between music and economic history, it is an informative account of economic realities and some restrictions that surround music history.

In 1700, most composers were employees of noble courts or the church. But, in the 19th century, Chopin, Schumann, Brahms, Verdi, among others, worked as independent artists, teaching, making presentations, and selling their compositions on the private market. While some believe that Mozart's career marks a break between these two periods, this book tells the story of a more complex and interesting transition.

F. M. Scherer first examines the political, intellectual and economic roots of the shift from employers to a freelance market. He describes the 18th-century cultural "arms race" between noble courts, the spread of concert halls, private opera houses, the growing participation of music lovers in the middle class, and the founding of conservatories.

He analyzes trends, and changes in how composers acquired their skills, and made a living, examining factors such as demographic development during the 18th and 19th centuries.

The result is an absorbing study of how creative artists have adapted to the vast economic and social changes that have occurred during this period in music history.

Hope you enjoy :)
A grat hug
Guilherme Faquetti

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Não é novidade que muitos dos melhores livros sobre música foram concebidos na língua inglesa, e que grande parte deles ainda não foram traduzidos para o nosso idioma. Este é o caso de “Quarter Notes and Bank Notes” do economista Frederic Michael Scherer.

Este livro é uma incursão numa arena interdisciplinar entre música e a história econômica, é um relato informativo das realidades econômicas e de algumas restrições que cercam a história da música.

Em 1700, a maioria dos compositores eram funcionários de cortes nobres ou da igreja. Mas, no século XIX, Chopin, Schumann, Brahms, Verdi, entre outros, trabalhavam como artistas autônomos, ensinando, fazendo apresentações, e vendendo suas composições no mercado privado. Enquanto alguns acreditam que a carreira de Mozart marca uma ruptura entre esses dois períodos, este livro conta a história de uma transição mais complexa e interessante.

F. M. Scherer primeiro examina as raízes políticas, intelectuais e econômicas da mudança do patronado para um mercado freelance. Ele descreve a "corrida armamentista" cultural do século XVIII entre as cortes nobres, a disseminação de salas de concerto, casas de ópera privadas, a crescente participação dos amantes da música na classe média, e a fundação dos conservatórios.

Analisa as tendências, e as mudanças em como os compositores adquiriram suas habilidades, e ganharam a vida, examinando fatores como o desenvolvimento demográfico durante os séculos XVIII e XIX.

O resultado é um estudo absorvente de como os artistas criativos se adaptaram às vastas mudanças econômicas e sociais que ocorreram durante este período da história da música.

Espero que gostem ;)
Um grande abraço
Guilherme Faquetti


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