Book of the day: Harmonia by Arnold Schoenberg (review - EN/PT)

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"Harmonia" by Arnold Schoenberg is one of those indispensable publications for anyone who is passionate about the subject and music.

Published by the publisher Unesp in Brazil, with translation, preface and notes by Marden Maluf, the book is a luminous result of an environment of eruption of notable clarifications in several fields of knowledge.

In the period of its first Viennese edition of the definitive text in 1922, that fertile environment was giving us Gustav Kilmt's symbolist painting, Wittgenstein's philosophy, Sigmund Freud's psychoanalysis, and the crossroads of European thought at the end of the century. XIX ruled in music by the baton of Gustav Mahler, to whom the book is dedicated.

At the same time that the text illustrates the author's discomfort from the First World War, Schoenberg of a singular lucidity and courage, impetuously launches himself through the rope extended under the abyss of himself, sending to the devils the perpetuity of the aesthetic norms and inviting others to do the same.

For Madden Maluf the book has this aroma of victory, of achieving, confidence in a kind of future where peace will be found. In it, the author marvels at the road that, from the darkness of the eternal beauty, from the abyss of the definitive aesthetic, opens up the aurora of new procedures.

Hope you enjoy
A great hug
Guilherme Faquetti


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"Harmonia” de Arnold Schoenberg é uma daquelas publicações indispensáveis para quem é apaixonado pelo assunto e por música.

Publicado pela editora Unesp, com tradução, prefácio e notas de Marden Maluf, o livro é um resultado luminoso de um ambiente de erupção de esclarecimentos notáveis em diversos campos do saber.

No período de sua primeira edição vienense do texto definitivo em 1922, aquele ambiente fécundo estava nos dando de presente a pintura simbolista de Gustav Kilmt, a filosofia de Wittgenstein, a psicanalise de Sigmund Freud, e a encruzilhada do pensamento europeu do final do séc. XIX regida na música pela batuta de Gustav Mahler, á quem o livro é dedicado.

Ao mesmo tempo em que o texto ilustra os desconsolos do autor provenientes da Primeira Guerra Munidal, Schoenberg de uma lucidez e coragem singular, se lança de forma impetuosa pela corda estendida sob o abismo de si próprio, mandando aos diabos a perenidade das normas estéticas e convidando os outros a fazerem o mesmo.

Para Madden Maluf o livro tem este aroma de vitória, do conseguir, a confiança em uma espécie de futuro onde a paz será encontrada. Nele o autor maravilha-se perante a estrada que, das trevas do belo eterno, da abismos do estético definitivo, se abre a auróra de novos procedimentos.

Espero que gostem
Um grande abraço
Guilherme Faquetti


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